O objetivo do artigo
é mostrar um pouco do conhecimento que adquiri com arquitetura
mobile e porque decidi me aprofundar mais em um estilo que é a
arquitetura hibrida.
O que foi usado
Após pesquisas eu
cheguei a decisão de usar o Cordova com Ionic para uso juntamente
com o AngularJS. E transformar toda minha parte negocial com o uso da
arquitetura de micro serviços.
Html5 + css3 + Ionic + AngularJS
A ideia de usar todo
o frontend na camada de webview do celular e deixá-lo de forma que
pudesse ser reaproveitado, foi a grande jogada que eu decidi e
escolhi.
O uso do html5,
css3, ionic e angularjs facilitou a criação da estrategia das
páginas, sua navegação e facilidade na criação das rotas das
páginas.
Arquitetura de Microservices
Como já possuía
conhecimento em Java decidi continuar com Java para a minha
aplicação, usando RestEasy do Jax-RS, e juntamento com as minhas
controllers de rotas, usei para minha camada negocial EJB 3.1 e na
camada de persistência JPA com Hibernate.
A disponibilização
dos meus métodos em formato de URI ajudou bastante, pois todo o
consumo é feito via HTTP 1.1 com o retorno do meu JSON na minha
camada de visão da aplicação.
A premissa da minha
aplicação era ter acesso a internet e que pudéssemos ter um
reaproveitamento de código, para que dessa forma pudesse ter um
controle melhor das minhas alterações e a fonte fosse em um único
repositório.
Conforme imagem a a
ideia é ter um melhor aproveitamento de tudo, para que a arquitetura
de microservice esteja bem empregado e consiga liberar um catalogo de
todos os métodos e URI.
Compilação
Com o Cordova eu
solicitava a compilação e já executava diretamente no emulador da
framework e o aplicativo para ser testado no meu Android.
Conclusão
O sucesso eu obtive
ao optar por uma arquitetura mobile hibrida, pois consegui encurtar o
tempo, obtive dinâmica no meu código fonte, manutenção ficou mais
e fácil e consegui atingir todas as premissas do projeto.


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